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Citroen C4 Picasso: interior e versatilidade em foco

Carro branco Citroën C4 Picasso exibido em showroom com teto preto e rodas esportivas.

Painel e porta-objetos

O desenho geral do painel é discreto e elegante - e, melhor ainda, funcional. De cada lado do conjunto de instrumentos há dois compartimentos que abrem para cima; o do passageiro costuma ficar quase todo ocupado pelo trocador de CDs, quando esse item está instalado.

No centro, existe ainda um porta-objetos refrigerado, bem grande, que abre para baixo e leva uma garrafa grande de água de 1,5 litro ou três garrafas menores. Esse compartimento só aparece quando o carro vem com câmbio semiautomático, que também libera bastante espaço no piso entre os bancos dianteiros. A sensação é de muito espaço.

Há também um porta-luvas de bom tamanho e nichos largos e fundos nas portas. Eles acendem automaticamente quando você coloca a mão ali.

Bancos e modularidade do C4 Picasso

O conceito de iluminação interna é simplesmente belíssimo e cativante. Já deu para entender? O interior é uma obra-prima.

Passando aos bancos: na frente, eles são extremamente confortáveis - macios, largos, envolventes - e trazem apoios de braço agradáveis e encostos de cabeça grandes (aliás, há encosto de cabeça nos sete lugares).

Na segunda fileira, são três assentos com a mesma largura (sem aquela briga das crianças para fugir do lugar do meio, geralmente o pior). Eles tombam para a frente com facilidade e correm em trilhos para permitir um acesso bem amplo à última fileira.

Lá atrás, os ocupantes da terceira fileira têm boa visão lateral graças às janelas traseiras generosas, e o espaço para pernas e cabeça é razoável. Os três bancos da segunda fileira, além do banco do passageiro dianteiro, contam com fixações Isofix para cadeirinhas.

Conforto a bordo, bagageiro e lançamento

A última fileira é fácil de montar e recolher - coisa de segundos, basta puxar uma cinta. Com os bancos guardados, o piso fica plano e sobra um porta-malas enorme. Na verdade, todos os assentos rebatem quase totalmente, criando um vão de carga tão grande que chega a assustar uma Transit comum.

Os bancos da segunda fileira também deslizam para a frente e para trás nos trilhos para dar mais espaço para as pernas de quem vai na terceira fileira, e ainda reclinam para uma posição mais amigável para dormir.

E tem mais. O carro traz ar-condicionado com quatro zonas, no qual os dois passageiros externos da segunda fileira têm controle individual do ventilador e contam com saídas de ar muito eficientes nas colunas B.

Atrás dos bancos dianteiros, há bandejas retráteis no estilo de avião. Elas vêm com porta-copos e, em algumas versões, iluminação por lâmpadas especiais de leitura. Cortinas solares estão presentes em todas as janelas laterais traseiras e também no vidro traseiro.

Na parte de trás, a luz do porta-malas também funciona como uma lanterna removível, que recarrega quando fica no encaixe. Com a última fileira em pé, há grandes nichos atrás desses bancos. Além disso, o vidro da tampa traseira abre separadamente, facilitando o acesso à área de carga em vagas apertadas, e um botão no porta-malas baixa a suspensão a ar traseira para reduzir a altura de carregamento.

Os pedidos do C4 Picasso já estão sendo aceitos; ele chega às lojas daqui no começo do próximo ano. Haverá versões LX, SX e Exclusive, com preços entre £15k e £20k.

É um carro fantástico - talvez o melhor da categoria. Que se cuidem Touran, C-Max e companhia. E, conhecendo a Citroen, a estreia deve vir acompanhada de alguma oferta. Ah, e eu já disse que ele também é gostoso de dirigir? Pois é.

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